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segunda-feira, 13 de junho de 2011

AIDS 30 ANOS DE DESTRUIÇÃO

Se há uma coisa que não podemos negar é que a descoberta da AIDS mudou a cara do mundo. Há 30 anos, no dia 5 de junho de 1981, o Centro  de Controle de Doenças de Atlanta, nos Estados Unidos, descobriu em cinco jovens homossexuais uma estranha pneumonia, que até então só afetava pessoas com o sistema imunológico muito debilitado.
Em 1983, uma equipe francesa isolou o vírus transmitido pelo sangue, secreções vaginais, leite materno ou sêmen, que ataca o sistema imunológico e expõe o paciente a "infecções oportunistas", como a tuberculose ou a pneumonia.
Nestes 30 anos de Aids e seus milhões de vítimas, também houveram grandes êxitos contra o vírus. Em 1996, com o desenvolvimento dos antirretrovirais, a doença mortal passou a ser uma enfermidade crônica.
O Fundo Mundial, criado em 2002, já distribuiu US$ 22 bilhões em subsídios e um "programa de urgência" foi organizado nos Estados Unidos. Aqui no Brasil esta doença já fez de vitima pessoas talentosas do meio musical, teatral dentre outras áreas.
Os dados do Boletim Epidemiológico Aids/DST 2008 mostram que, de 1980 a junho de 2008*, foram registrados 506.499 casos de aids no Brasil. Durante esses anos, 205.409 mortes ocorreram em decorrência doença. A epidemia no país é considerada estável. A média de casos anual entre 2000 e 2006 é de 35.384. Em relação ao HIV, a estimativa é de que existam 630 mil pessoas infectadas. Apesar de nos ter tirados grandes estrelas no passado hoje p nosso pais possui um dos melhores programas de distribuição de medicamentos e atenção aos portadores do vírus HIV e doentes de AIDS no mundo.

LEMBRE-SE NÃO SE PEGA AIDS
·         Na piscina
·         No ônibus
·         No beijo social
·         Em visitas aos hospitais
·         Nos talheres
·         No sanitário
·         Na convivência social
·         Na picada de inseto
·         No assento
·         Na escola

Por Ibernon Macena
Os dados desta matéria tem como referencia o ministério da saúde.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

COMEÇOU A CAMPANHA DE VACINAÇÃO DE IDOSOS CONTRA GRIPE


Nesta segunda-feira (25) começa a 13ª Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza para idosos, que vai até o dia 13 de maio. Este ano, o Ministério da Saúde decidiu ampliar a oferta da vacina para trabalhadores de saúde, crianças (entre seis meses e menores de dois anos), além de gestantes.

O dia D da campanha acontece neste sábado (30), quando serão disponibilizados cerca de 500 postos de vacinação. Durante a semana, a imunização será realizada nas unidades de saúde, das 08h às 17h.

Já no sábado, serão instalados postos de vacinação em locais de grande movimento de pessoas. Também haverá vacinação volante, quando as equipes visitarão asilos e associações de aposentados.


Em Nossa senhora das Dores estão disponíveis os seguintes postos de vacinação:

• Secretaria de Saúde;
• Posto de Saúde Dr. Milton Calumbi (antigo SESP);
• Posto Lauro Brito (Pista de Capela);
• Hospital São Francisco de Assis.

Além destes postos no dia 30/04/2011 que será o dia D (dia de campanha) haverá um posto no Colégio Estadual Prof. Fernando Azevedo e 2 postos móveis que irão aos povoados do município.
 
(Estas informações foram cedidas pela secretaria de saúde do município).


Por: Ibernon Macena

terça-feira, 22 de março de 2011

10 Motivos Para Beber Água



1. Acelera o metabolismo.

2. Auxilia o trabalho dos rins, prevenindo a formação de pedras renais.

3. Evita infecções urinárias.
4. Ajuda a emagrecer, pois dá sensação de saciedade.
5. Evita prisão de ventre.
6. Ajuda a combater gripes e resfriados.
7. Melhora a absorção de vitaminas e sais minerais.
8. Lubrifica as cordas vocais, melhorando a voz.
9. Hidrata profundamente a pele, retardando o envelhecimento.
10. Elimina as toxinas do organismo.


Programa Nacional de Controle da Dengue




A dengue é um dos principais problemas de saúde pública no mundo. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que entre 50 a 100 milhões de pessoas se infectem anualmente, em mais de 100 países, de todos os continentes, exceto a Europa. Cerca de 550 mil doentes necessitam de hospitalização e 20 mil morrem em conseqüência da dengue. 

Em nosso país, as condições socioambientais favoráveis à expansão do Aedes aegypti possibilitaram a dispersão do vetor desde sua reintrodução em 1976 e o avanço da doença. Essa reintrodução não conseguiu ser controlada com os métodos tradicionalmente empregados no combate às doenças transmitidas por vetores em nosso país e no continente. Programas essencialmente centrados no combate químico, com baixíssima ou mesmo nenhuma participação da comunidade, sem integração intersetorial e com pequena utilização do instrumental epidemiológico mostraram-se incapazes de conter um vetor com altíssima capacidade de adaptação ao novo ambiente criado pela urbanização acelerada e pelos novos hábitos.

Nos primeiros seis meses deste ano, 84.535 pessoas tiveram dengue, enquanto que, em 2003, as notificações chegaram a 299.764. Saiba qual é a situação atual da dengue no Brasil e o que tem sido feito para sua erradicação.

NOVAS AÇÕES 
O controle proposto pelo Programa Nacional de Controle da Dengue trouxe mudanças efetivas em relação aos modelos anteriores. Veja o que tem sido prioritário. O controle da transmissão do vírus da dengue se dá essencialmente no âmbito coletivo e exige um esforço de toda a sociedade. Por isso, é prioritário para o PNCD: 

1. a elaboração de programas permanentes, uma vez que não existe nenhuma evidência técnica de que a erradicação do mosquito seja possível, a curto prazo;
2. o desenvolvimento de campanhas de informação e mobilização das pessoas, de maneira a se criar o envolvimento da sociedade na manutenção do ambiente doméstico livre de potenciais criadouros do vetor;
3. fortalecimento da vigilância epidemiológica e entomológica para ampliar a capacidade de predição e de detecção precoce de surtos da doença;
4. melhoria da qualidade do trabalho de campo de combate ao vetor;
5. integração das ações de controle da dengue na atenção básica, com a mobilização dos Programas de Agentes Comunitários de Saúde (PACS) e Programas de Saúde da Família (PSF);
6. utilização de instrumentos legais que facilitem o trabalho do poder público na eliminação de criadouros em imóveis comerciais, casas abandonadas etc;
7. atuação multissetorial por meio do fomento à destinação adequada de resíduos sólidos e a utilização de recursos seguros para armazenagem de água;
8. desenvolvimento de instrumentos mais eficazes de acompanhamento e supervisão das ações desenvolvidas pelo Ministério da Saúde, estados e municípios. 

PROGRAMA NACIONAL 
Com as dificuldades enfrentadas nas diversas tentativas de erradicação da doença, a idéia é garantir uma forte campanha de mobilização social, em 2002 o objetivo passa a ser a redução do dano causado pela doença. A dengue é um dos principais problemas de saúde pública no mundo. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que entre 50 a 100 milhões de pessoas se infectem anualmente, em mais de 100 países, de todos os continentes, exceto a Europa. Cerca de 550 mil doentes necessitam de hospitalização e 20 mil morrem em conseqüência da dengue. 

Em nosso país, as condições socio-ambientais favoráveis à expansão do Aedes aegypti possibilitaram a dispersão do vetor desde sua reintrodução em 1976 e o avanço da doença. Essa reintrodução não conseguiu ser controlada com os métodos tradicionalmente empregados no combate às doenças transmitidas por vetores. Programas com baixíssima ou mesmo nenhuma participação da comunidade, sem integração intersetorial e com pequena utilização do instrumental epidemiológico mostraram-se incapazes de conter um vetor com altíssima capacidade de adaptação ao novo ambiente criado pela urbanização acelerada e pelos novos hábitos. 

Em 1996, o Ministério da Saúde decidiu rever sua estratégia e propôs o Programa de Erradicação do Aedes aegypti (PEAa). Ao longo do processo de implantação desse programa observou-se a inviabilidade técnica de erradicação do mosquito a curto e médio prazos. O PEAa, mesmo não atingindo seus objetivos, teve méritos ao propor a necessidade de atuação multissetorial e prever um modelo descentralizado de combate à doença, com a participação das três esferas de governo: Federal, Estadual e Municipal. 

A implantação do PEAa resultou em um fortalecimento das ações de combate ao vetor, com um significativo aumento dos recursos utilizados para essas atividades, mas ainda com as ações de prevenção centradas quase que exclusivamente nas atividades de campo de combate ao Aedes aegypti. Essa estratégia, comum aos programas de controle de doenças transmitidas por vetor em todo o mundo, mostrou-se absolutamente incapaz de responder à complexidade epidemiológica da dengue. 

Os resultados obtidos no Brasil e o próprio panorama internacional, onde inexistem evidências da viabilidade de uma política de erradicação do vetor, a curto prazo, levaram o Ministério da Saúde a fazer uma nova avaliação dos avanços e das limitações, com o objetivo de estabelecer um novo programa que incorporasse elementos como a mobilização social e a participação comunitária, indispensáveis para responder de forma adequada a um vetor altamente domiciliado. 

Diante da tendência de aumento da incidência verificada no final da década de 90 e da introdução de um novo sorotipo (Dengue 3) que prenunciava um elevado risco de epidemias de dengue e de aumento nos casos de Febre Hemorrágica de Dengue (FHD), o Ministério da Saúde, com a parceria da Organização Pan-Americana de Saúde, realizou um Seminário Internacional, em junho de 2001, para avaliar as diversas experiências bem sucedidas no controle da doença e elaborar um Plano de Intensificação das Ações de Controle da Dengue (PIACD). 

A introdução do sorotipo 3 e sua rápida disseminação para oito estados, em apenas três meses, evidenciou a facilidade para a circulação de novos sorotipos ou cepas do vírus com as multidões que se deslocam diariamente. Estes eventos ressaltaram a possibilidade de ocorrência de novas epidemias de dengue e de FHD. Neste cenário epidemiológico, tornou-se imperioso que o conjunto de ações que vinham sendo realizadas e outras a serem implantadas fossem intensificadas, permitindo um melhor enfrentamento do problema e a redução do impacto da dengue no Brasil. Com esse objetivo, o Ministério da Saúde implantou em 2002 o Programa Nacional de Controle da Dengue (PNCD). 

Muito embora outras causas tenham influenciado, considera-se que as ações do PNCD, desenvolvidas em parceria com Estados e Municípios, tenham contribuído na redução de 73,3% dos casos da doença no primeiro semestre de 2004 em relação ao mesmo período do ano anterior. Dados da Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS) do Ministério da Saúde mostram que, nos primeiros seis meses de 2004, 84.535 pessoas tiveram dengue, enquanto que, em 2003, as notificações chegaram a 299.764


MAIS EM: http://portal.saude.gov.br/portal/saude/visualizar_texto.cfm?idtxt=23614